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	<title>Conselharia Azurra</title>
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		<title>Régis, 3a. parte: Alcoolismo.</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 01:11:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/VpmhEdNsXVA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Q.I. às 21h!</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 23:11:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vai começar daqui a pouco, às 21h, o Queremo Inticá da Conselharia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Vai começar daqui a pouco, às 21h, o Queremo Inticá da Conselharia!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/n-BjmmEJi8E" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>Uma tarde inesquecível</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 16:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi rápida e intensa a volta de Régis à Ressacada. Rejão chegou por volta das 15h de Balneário Camboriú, onde passa férias (mora em Curitiba). Acompanhado da esposa Vera e do filho Igor, ele não parou um minuto na Toca do Leão: concedeu entrevistas a rádios, distribuiu autógrafos e bateu fotos com torcedores. Como uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://sphotos-a.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/71472_382885901826354_1983967990_n.jpg" alt="" width="259" height="346" />Foi rápida e intensa a volta de Régis à Ressacada. Rejão chegou por volta das 15h de Balneário Camboriú, onde passa férias (mora em Curitiba). Acompanhado da esposa Vera e do filho Igor, ele não parou um minuto na Toca do Leão: concedeu entrevistas a rádios, distribuiu autógrafos e bateu fotos com torcedores. Como uma pequena retribuição pelos seus serviços prestados ao Leão da Ilha, ganhou uma camisa comprada pelos torcedores na loja do clube.</p>
<p>Convidado pelo professor Mesquita, treinador das categorias de base do Avaí, foi até os vestiários, reviu ex-companheiros de clube e pôde até subir novamente ao gramado em que tantas vezes disputou partidas com sua raça característica. Assistiu à nossa vitória por 3 a 1 com Mesquita em um camarote no setor A. Fazia cerca de 10 anos que Régis não entrava na Ressacada. Ele lembra de ter passado por fora do estádio em algum período entre seis e sete anos atrás, quando trabalhava como caminhoneiro e veio fazer uma entrega nas vizinhanças.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 252px"><img src="http://sphotos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/163579_382882521826692_661184272_n.jpg" alt="" width="242" height="242" /><p class="wp-caption-text">Uma imagem que transborda avaianidade. Foto do professor Mesquita.</p></div>
<p style="text-align: left;">Desde fevereiro, <a href="http://www.conselharia.com.br/?p=943" target="_blank">quando fomos ao encontro do Régis em sua casa em Curitiba</a>, estávamos ansiosos pela oportunidade de poder vê-lo de novo na Ressacada. Ficamos muito felizes em poder proporcionar essa tarde de carinho, alegria e boas lembranças para um dos ídolos da torcida azurra, que andava esquecido e, todos sabem, superou problemas com alcoolismo. Todo ser humano comete erros e tem seus problemas, mas Régis, com a mesma raça que tinha em campo, superou-os e hoje está aí, firme, forte e feliz em sua caminhada.</p>
<p>Foi tudo meio em cima da hora – Rejão nos avisou no sábado à tarde que viria a Florianópolis assistir à partida -, o que inviabilizou uma homenagem a Régis no gramado da Ressacada, conforme nos explicaram o coordenador de Comunicação do Avaí, Vandrei Bion, e o coordenador de Marketing, Thiago Pravatto. Já havia uma programação prévia para a partida, com a participação de delegações de outras cidades, dentro do projeto de homenagens aos municípios catarinenses. Compreensível.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignright" src="http://sphotos-a.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash3/29579_382901468491464_1744151904_n.jpg" alt="" width="242" height="181" />Os torcedores e os amigos que Régis tem no clube e na imprensa lhe deram o carinho merecido e outras oportunidades com certeza não vão faltar. São 90 anos comemorados em 2013 e Régis faz parte dessa história, com títulos (segunda divisão do estadual e 1994, Copa Santa Catarina de 1995 e estadual de 1997), garra e dedicação dentro de campo.</p>
<p style="text-align: left;">Obrigado, Rejão, pela visita e esperamos que tenha gostado dessa tarde de domingo. Para nós, foi inesquecível!</p>
<p style="text-align: left;">Veja fotos da passagem do Régis pela Ressacada na <a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.382885888493022.1073741825.241861299262149&amp;type=1" target="_blank">nossa página no Facebook</a>.</p>
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		<title>Régis na Ressacada.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 11:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os mini-documentários da Conselharia com o Régis: www.vimeo.com/conselharia O evento de hoje fecha o ciclo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_975" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2013/04/registoca2.jpg"><img class="size-large wp-image-975" title="Régis na Toca" src="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2013/04/registoca2-1024x394.jpg" alt="" width="600" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Venha bater um papo com o Deus da Raça!</p></div>
<p>Conheça os mini-documentários da Conselharia com o Régis: <a href="http://vimeo.com/conselharia" target="_blank">www.vimeo.com/conselharia</a></p>
<p>O evento de hoje fecha o ciclo!</p>
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		<title>Teremos QI nesta quinta!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 00:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[QI]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta (18), teremos QI! Adir Júnior, Felipe Borges e Felipe Silva discutem a partir das 21h, no www.youtube.com/conselharia, os jogos contra Camboriú e Metropolitano, as mudanças táticas de Ricardinho, a relação entre paixões clubísticas, julgamentos e jornalismo e o que mais couber em 30min a 35min de programa. Esperamos vocês!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2012/07/logoqi.jpg" alt="" width="286" height="241" />Nesta quinta (18), teremos QI!</p>
<p><a href="http://twitter.com/adirjose" target="_blank">Adir Júnior</a>, <a href="http://twitter.com/felipe__borges" target="_blank">Felipe Borges</a> e <a href="http://twitter.com/felipefbsilva" target="_blank">Felipe Silva</a> discutem <strong>a partir das 21h, no</strong> <a href="http://www.youtube.com/conselharia" target="_blank">www.youtube.com/conselharia</a>, os jogos contra Camboriú e Metropolitano, as mudanças táticas de Ricardinho, a relação entre paixões clubísticas, julgamentos e jornalismo e o que mais couber em 30min a 35min de programa.</p>
<p>Esperamos vocês!</p>
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		<title>QI Special Edition</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 00:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[QI]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta, dia 11, às 21h, faremos um QI edição especial para matar saudades. Uma edição mais compacta, cerca de 30 minutos, para três linguarudos desenferrujarem suas línguas, darem pitacos sobre a campanha do Avaí em 2013, comentarem a estreia na Copa do Brasil e darem aquela inticada no rival chororô. Como dissemos faz um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2012/07/logoqi.jpg" alt="" width="286" height="241" />Nesta quinta, dia 11, às 21h, faremos um<strong> QI</strong> edição especial para matar saudades. Uma edição mais compacta, cerca de 30 minutos, para três linguarudos desenferrujarem suas línguas, darem pitacos sobre a campanha do Avaí em 2013, comentarem a estreia na Copa do Brasil e darem aquela inticada no rival chororô.</p>
<p>Como dissemos <a href="http://www.conselharia.com.br/?p=954" target="_blank">faz um tempinho</a>, a vida não tá fácil pra ninguém e a correria tá impedindo a turma de fazer o QI com frequência. Vamos fazer essa edição de amanhã e ver se engatamos que nem um Chevetão.</p>
<p>Estão todos convidados a assistir e participar com comentários nos <a href="http://www.youtube.com/conselharia" target="_blank">YouTube</a> e <a href="https://twitter.com/conselharia" target="_blank">Twitter</a>!</p>
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		<title>Democracia Avaiana, sim! Mas participativa!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 22:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[É clássica no mundo jurídico a diferenciação entre os patamares de atuação democrática em “representativa” e “participativa”. Em síntese, a primeira resume a ingerência popular sobre os desígnios do Estado (ou da instituição) à escolha de seus representantes. A segunda, por sua vez, amplia este horizonte para que, além da dita escolha, também seja possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É clássica no mundo jurídico a diferenciação entre os patamares de atuação democrática em “representativa” e “participativa”. Em síntese, a primeira resume a ingerência popular sobre os desígnios do Estado (ou da instituição) à escolha de seus representantes. A segunda, por sua vez, amplia este horizonte para que, além da dita escolha, também seja possível a sua participação nos processos da entidade.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2012/10/logoeditorial-282x300.png" alt="" width="282" height="300" />Há uma possibilidade histórica sendo aberta para que uma atuação democrática mais próxima do segundo modelo se apresente para que o sócio, possibilitando a ele que tenha voz ativa na vida do Avaí.</p>
<p>O Conselho Deliberativo do clube tomou a frente da iniciativa de apresentar à Assembleia Geral – órgão máximo do Avaí – uma proposta de reforma estatutária e, dentro do procedimento que escolheu para elaborar esta proposta, disponibilizou espaço para que os sócios participassem. (Detalhes em<a href="http://avai.com.br/nota-do-conselho" target="_blank"> http://avai.com.br/nota-do-conselho</a>)</p>
<p>Uma reforma da qual qualquer sócio do Avaí pode participar. Para tanto, o sócio, se tem propostas a fazer, deve mandá-las para o endereço eletrônico “estatuto@avai.com.br”. Há uma comissão formada pelo Conselho Deliberativo que vai receber as propostas e organizá-las conjuntamente com as que já estão sob o poder desta comissão para apresentação em reunião do CD para votação. Depois disso, vai ser convocada a Assembleia Geral, onde, mais uma vez, o sócio vai poder participar e decidir o rumo da reforma do Estatuto.</p>
<p>Uma das propostas da reforma do estatuto do clube é a de voto direto do associado para presidente do Leão. Isso já ocorre em outros clubes, como a dupla gaúcha Grêmio e Internacional – ambos com expressivo número de associados – e é como o Palmeiras fará a escolha de seu presidente a partir de 2014.</p>
<p>No sistema eleitoral atualmente em vigor no Avaí, o sócio tem direito a eleger uma chapa para o Conselho Deliberativo e o CD é que escolhe quem será o presidente. Ou seja, temos um Conselho Deliberativo alinhado com a Diretoria Executiva. Isso se mantém com o argumento de que é bom para “não atrapalhar” o trabalho da diretoria, como se avaianos com pensamentos divergentes fossem uma ameaça ao clube por simplesmente pensar diferente e apontar outros caminhos que poderiam ser seguidos.</p>
<p>Desvincular a eleição do Conselho Deliberativo da eleição para presidente diminui as chances de termos um conselho “decorativo”, “comemorativo”, “submisso”, “omisso”, enfim, escolha o adjetivo que quiser. Indo além, pode-se pensar em, como há no Internacional, por exemplo, composição do Conselho Deliberativo proporcional à votação recebida por cada chapa na eleição. No Avaí hoje, a chapa eleita compõe 100% do Conselho Deliberativo.</p>
<p>Esses são apenas dois exemplos de mudanças que podem ocorrer na reforma do estatuto.</p>
<p>Assim, chamamos a atenção para o fato de que, tão importante quanto a eleição direta para presidente, pelos sócios – que além do valor simbólico de efetivar a democracia (o pior sistema de governo com exceção de todos os outros, nas sábias palavras de Winston Churchill) também possibilita a fidelização dos sócios que deverão permanecer adimplentes por um período maior do que um ano – é outra proposta que deve ganhar intensa mobilização do sócio a seu favor: a de composição proporcional do Conselho à votação das chapas que se apresentarem ao pleito eleitoral.</p>
<p>Em outras palavras, as 300 cadeiras do Conselho devem ser, a nosso ver, reservadas proporcionalmente ao percentual de votos obtidos por cada Chapa na eleição. Às chapas deve caber, ao apresentar suas nominatas, elencar a preferência de ocupação das eventuais cadeiras, num sistema de “listas”.</p>
<p>Estas duas medidas são, acreditamos, essenciais para uma revolução nos termos em que as discussões internas do clube se dão. Um clube de futebol não apresenta uma contraposição “situação x oposição” como se dá na política, em que a luta, muito mais do que pelo bem comum, é pelo poder instituído. No pequeno universo representado pelo clube de futebol, a contraposição se dá (ou deve ser dar, ao menos) entre ideias diferentes para um mesmo objetivo e a discussão que o confronto entre elas propicia se demonstra essencial para a evolução da instituição.</p>
<p>Se você pensa como nós, sugerimos que faça propostas para estabelecer eleições diretas para presidente do Avaí e composição proporcional do Conselho Deliberativo, de acordo com os votos recebidos por cada chapa. Se pensa diferente, faça também sua proposta. Quanto mais sócios-torcedores avaianos participarem dessa discussão, melhor para o clube será.</p>
<p>E mais: após participar deste importante processo, não interrompa sua participação. Ela é essencial em todos os momentos da vida do clube. Afinal, a democracia que queremos é muito mais do que representativa.</p>
<p>É nisso que acreditamos.</p>
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		<title>Nota sobre o QI</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 12:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, na última quinta-feira, dia 14, não realizamos o programa de debates Queremo Inticá (QI). O motivo é simples: a virada do ano trouxe novos compromissos pessoais e profissionais para os linguarudos e está difícil conciliarmos nossas agendas com a realização do programa com a qualidade que vocês merecem. Uma pena, pois teríamos muito pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.conselharia.com.br/wp-content/uploads/2012/07/logoqi.jpg" alt="" width="286" height="241" />na última quinta-feira, dia 14, não realizamos o programa de debates Queremo Inticá (QI). O motivo é simples: a virada do ano trouxe novos compromissos pessoais e profissionais para os linguarudos e está difícil conciliarmos nossas agendas com a realização do programa com a qualidade que vocês merecem. Uma pena, pois teríamos muito pra falar sobre o clássico, reforma do estatuto e outros assuntos ligados a nossa paixão, o Avaí.<br />
Vamos parar com o QI por um tempo para planejar como adequá-lo a nossa nova realidade. Ver o melhor dia, horário, formato, essas coisas. Em breve, informaremos as mudanças nos nossos canais de comunicação.</p>
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		<title>[Vídeo] Régis, encarnação da parte avaiana. Parte 2!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 04:52:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Régis, encarnação da raça avaiana. Parte 2. from Conselharia Azurra on Vimeo. Na segunda parte da entrevista com o ídolo Régis, ele comenta o Clássico na final do Estadual de 1999, causos engraçados da sua época e da relação com os jogadores, diretores e técnicos que passaram e viveram aquele período de glórias nas 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/59542477" frameborder="0" width="500" height="281"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/59542477">Régis, encarnação da raça avaiana. Parte 2.</a> from <a href="http://vimeo.com/conselharia">Conselharia Azurra</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Na segunda parte da entrevista com o ídolo Régis, ele comenta o Clássico na final do Estadual de 1999, causos engraçados da sua época e da relação com os jogadores, diretores e técnicos que passaram e viveram aquele período de glórias nas 4 linhas.</p>
<p>Não perca também a terceira e última parte da entrevista, em que ele comenta o vício que derrotou sua carreira, o alcolismo. Em breve aqui no site da Conselharia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vitória no campo e na vida</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Símbolo da raça avaiana para a geração que começou a acompanhar futebol nos anos 90, o homem apelidado de “Rejão” pelo seu estilo guerreiro de jogar tem uma forma carinhosa de chamar o clube que defendeu por quase seis anos: “Avaizinho”. É falando dessa maneira – “o Avaizinho”, “o meu Avaizinho” &#8211; que ele lembra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Símbolo da raça avaiana para a geração que começou a acompanhar futebol nos anos 90, o homem apelidado de “Rejão” pelo seu estilo guerreiro de jogar tem uma forma carinhosa de chamar o clube que defendeu por quase seis anos: “Avaizinho”. É falando dessa maneira – “o Avaizinho”, “o meu Avaizinho” &#8211; que ele lembra histórias do tempo em que vestiu o manto azul e branco e cativou os torcedores com sua garra e determinação em campo.</p>
<p><img class="alignright" src="https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/529234_348581915256753_1610293497_n.jpg" alt="" width="250" height="187" />Aquela cabeleira inconfundível, porém, não existe mais, nem o jogador que aliava a vida de atleta com a de frequentador assíduo de bares e da noite florianopolitana. Aos quase 43 anos (faz aniversário em 8 de março), Reginaldo José Pacheco, o Régis, lutou contra o alcoolismo e ficou seis meses internado num centro de recuperação de dependentes químicos. Hoje mora em Curitiba (PR), sua cidade-natal, frequenta a Igreja Pentecostal Betel, trabalha como motorista de ônibus, é casado e tem com a esposa Vera um filho, Igor, de 3 anos.</p>
<p>Régis jogou no Avaí de 1994 a 1998, em 1999 e 2000. Disputou pelo menos 187 partidas, fez pelo menos 6 gols*, recebeu mais cartões do que deveria e menos do que poderia, somou nove vitórias e apenas cinco derrotas em 22 clássicos** e ergueu três taças com o Leão: Segunda Divisão do Campeonato Catarinense (1994), Copa Santa Catarina (1995) e Campeonato Catarinense (1997).</p>
<p>Alguns lances &#8211; como roubadas de bola, gols (embora poucos) e até um “carrinho de cabeça” para tirar a bola de um atacante do Coritiba em 1999 – ficaram marcados para sempre na memória dos avaianos. O estilo Régis de jogar casou-se perfeitamente com a história avaiana: raça, técnica e uma pitada de loucura.</p>
<p>Régis não se considerava um jogador de muita habilidade, mas bastante dedicado em campo. Acredita que isso se devia, principalmente, ao seu afinco nos treinamentos. Quando acabavam os treinos, ele continuava dando voltas no gramado correndo ou fazendo musculação.</p>
<p>- O preparador físico tinha que me mandar embora da academia, senão eu não ia. Eu era um jogador que, se estivesse bem fisicamente, rendia. Se não estivesse, não rendia.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://sphotos-e.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/29012_348581855256759_505745275_n.jpg" alt="" width="250" height="187" />Régis também avalia que tinha um bom conhecimento tático. Tanto que discutia o posicionamento do time com treinadores e até orientava os colegas dentro de campo. Ele relata que, depois da aposentadoria, chegou a ser convidado a treinar equipes das categorias de base do Avaí, mas preferiu permanecer afastado do futebol.</p>
<p>Como jogador, Régis viveu e ajudou a construir um clube que saiu do fundo do poço da segundona estadual para a Série B do Campeonato Brasileiro. No primeiro ano de Ressacada, ele morou no próprio estádio, no alojamento dos atletas, e lembra com carinho mesmo dos tempos mais difíceis, quando o dinheiro era escasso no Leão da Ilha.</p>
<p>Em 1994, por exemplo, foi com um cheque do preparador físico Marcelo Nunes, o Pantera (depois coberto pelo clube), que o Avaí conseguiu pagar os R$ 10 mil para tirar Régis da Caçadorense, sua primeira equipe em Santa Catarina e que defendia desde 1992. O atraso de pagamento do salário não era raro e chegou a aproximadamente seis meses antes da final da Copa Santa Catarina de 1995. Sobre essa decisão, contra o Joinville, o Régis conta histórias impressionantes e, até, engraçadas.</p>
<p>O Avaí, com poucos recursos, não concentrava. Os jogadores saíram de ônibus no dia do jogo decisivo – o primeiro, na Ressacada, foi 1&#215;1 – rumo ao Norte do Estado. No caminho, o veículo teve um problema mecânico.</p>
<p>- Aquele ônibus era velho e funcionava assim: se tu aceleravas muito, a roda esquentava; se andava devagar, ela travava. A gente passava pelos postos da Polícia Rodoviária Federal, e os caras até já conheciam. Diziam: “lá vem o ônibus do Avaí” – lembra.</p>
<p>Com os problemas no veículo, o time se atrasou para a partida. A preleção do técnico Rui Guimarães e a colocação dos uniformes foram feitas dentro do ônibus mesmo, a caminho do Ernestão.</p>
<p>- O Duca [roupeiro] jogava as meias pra gente dentro do ônibus e dizia: “anda, veste logo, que tá quase na hora do jogo”.</p>
<p>O Avaí chegou ao Ernestão quando o Joinville e o trio de arbitragem já estavam em campo. Não aqueceu. Cerca de 10 mil torcedores lotavam as arquibancadas. A imensa maioria, claro, de joinvilenses.</p>
<p>- A torcida do Avaí chegou antes que nós. Tinha só alguns parentes de jogadores e uns três caras que estavam lá com bandeiras do Avaí. A gente não aqueceu e via os caras do Joinville passar pela gente voando. No intervalo, tava todo mundo com cãibra.</p>
<p>Mesmo com as dificuldades, um clima hostil e uma equipe formada basicamente por ex-juniores, o Avaí conseguiu se impor e venceu o Joinville por 3&#215;1, conquistando o título. Isso causou revolta da torcida local, que quis invadir o gramado e vestiários para, digamos, tirar satisfações com os jogadores de sua equipe. Alheios à ira dos joinvilenses, atletas e comissão técnica do Leão comemoraram a conquista nos vestiários bebendo&#8230; água.</p>
<p>- Era a única coisa que tinha. A gente tomava um pouco, jogava um pouco uns nos outros&#8230; &#8211; recorda o ex-volante, que ganhou um <em>freezer</em> do técnico Rui Guimarães por ter sido o melhor em campo.</p>
<p><img class="alignright" src="https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/560166_348580458590232_182802671_n.jpg" alt="" width="250" height="187" />Régis participou, ainda, da conquista do estadual de 1997, quando teve que marcar, na final, um ídolo avaiano que defendia o Tubarão: Adílson Heleno, o jogador mais difícil que o ex-volante considera ter marcado. Diferentemente dos anos anteriores, quando atuava basicamente com atletas criados no próprio Avaí, naquela temporada Régis viu o time se reforçar com jogadores como Itá, Dão, Altair, Carlão e Roberto Cavalo. Era um “time de renegados”, como ele diz, formado atletas que suas equipes anteriores não queriam mais.</p>
<p>- Mas era um grupo muito bom. O Roberto Cavalo, por exemplo, já estava no final da carreira e não jogava com tanta frequência, mas era um cara que ajudava muito o grupo, principalmente os mais jovens – conta. Régis lembra que, certa vez, Cavalo chegou a pagar o hotel da delegação numa viagem a Criciúma, para que o elenco pudesse se hospedar num local com melhor estrutura (anos depois, Cuca faria o mesmo).</p>
<p>Lembrando do seu passado de jogador, Régis considera que o período vivido na Ressacada foi muito bom.</p>
<p>- Foi uma das melhores épocas da minha vida. Tenho muito carinho pelo Avaí. Ainda hoje, acompanho os jogos pela TV e torço pelo clube.</p>
<p>O sucesso dentro de campo, porém, não significou riqueza. Régis considera que sua vida fora de campo fez com que desperdiçasse talento e dinheiro. Costumava sair para beber, principalmente com torcedores (“Com jogador, raramente eu saía”, diz), e não esconde que, algumas vezes, teve que ser buscado em casa por dirigentes ou colegas de time às vésperas de jogos por causa de noitadas. Também conta que o massagista Delmar da Rosa Pereira, o Pereirinha, às vezes lhe dava bastante glicose e frutas antes de partidas, para ele se recuperar da bebedeira.</p>
<p>O consumo de álcool foi aumentando durante os anos em que Régis foi jogador profissional e foi um dos motivos de sua aposentadoria precoce, com apenas 32 anos, defendendo o Marcílio Dias. Uma história já vista anteriormente em sua família. Seu pai, Reinaldo Pacheco, também foi jogador. Chegou a atuar no Botafogo (RJ) e teve uma transferência para o Corinthians (SP) cancelada pelos problemas extracampo. Reinaldo pendurou as chuteiras por causa do alcoolismo e morreu de cirrose quando Régis tinha apenas 10 anos.</p>
<p>- Depois que parei de jogar, via pela TV os meus amigos jogando, e eu não. Batia uma depressão&#8230; Aí, bebia mais e me afundava. Eu teria morrido, se não aceitasse que estava precisando de ajuda. Chegava a vomitar sangue &#8211; recorda o ex-volante do Leão.</p>
<p>- Eu acho que os clubes deveriam ter alguém pra aconselhar os jogadores desde a categoria de base sobre os riscos desse comportamento. Há muitos jogadores com problemas de alcoolismo. Isso deveria ser mais divulgado – completa Régis, que chegou a procurar ajuda médica quando ainda defendia o Avaí.</p>
<p><img class="alignleft" src="https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/379679_348581885256756_118084473_n.jpg" alt="" width="250" height="187" />A naturalidade em lidar com esse assunto talvez seja explicada pelo fato de ele fazer parte de um passado cada vez mais distante. A mudança na vida de Régis ocorreu entre 2003 e 2004, quando ele ficou internado em uma casa que cuida de dependentes químicos, o Centro de Recuperação Betel. O local é ligado à igreja que o ex-volante frequenta, num sítio a aproximadamente 50 quilômetros de Curitiba.</p>
<p>Régis pensou que iria ficar apenas dois ou três dias lá, mas passou aproximadamente seis meses, incluindo o Natal e o Ano Novo. Depois de deixar o centro de recuperação, conheceu Vera, sua esposa. Eles e o filho Igor moram atualmente no bairro curitibano Boqueirão, onde Régis nasceu em 8 de março de 1970.</p>
<p>Torcedor do Colorado (PR) na infância, Régis integrava a equipe júnior do Pinheiros (PR) quando os dois clubes fundiram-se e deram origem ao Paraná Clube. Ele participou, como lateral-direito, do primeiro jogo da história da equipe paranista, fundada em dezembro de 1989. O centro de formação de atletas do Paraná, antes pertencente ao Pinheiros, fica perto da casa onde o ex-jogador vive atualmente.</p>
<p>De volta a suas origens, Régis curte a nova fase em sua vida e conta que ainda recebe o carinho de torcedores avaianos que eventualmente o encontram em Curitiba. Programou uma viagem de férias a Balneário Camboriú em abril e, quem sabe, pode esticar até Florianópolis para assistir a um jogo do Avaí. Ou do seu querido “Avaizinho”, como ele costuma dizer. Pois, venha, Régis. Estamos com saudades.</p>
<p><strong>A carreira de Régis</strong></p>
<p>1982-1989 &#8211; Pinheiros (PR)</p>
<p>1990 &#8211; Paraná (PR)</p>
<p>1991 &#8211; Foz do Iguaçu (PR)</p>
<p>1992 &#8211; Apucarana (PR)</p>
<p>1992 &#8211; Batel (PR)</p>
<p>1992-1994 &#8211; Caçadorense</p>
<p>1994-1998 &#8211; Avaí</p>
<p>1998 &#8211; Sampaio Correa (MA)</p>
<p>1999 &#8211; Avaí</p>
<p>2000 &#8211; Operário (PR)</p>
<p>2000 &#8211; Avaí</p>
<p>2001 &#8211; Tiradentes</p>
<p>2002 &#8211; Marcílio Dias</p>
<p>Títulos pelo Avaí: Catarinense (1997), Copa Santa Catarina (1995) e Catarinense Segunda Divisão (1994)</p>
<p><em>*os números de jogos e de gols de Régis podem ser um pouco maiores, pois faltam algumas súmulas de jogos da segunda divisão de 1994. A informação é do historiador Spyros Diamantaras.</em></p>
<p>** <em>dados do livro </em>Figueirense x Avaí &#8211; o clássico de Florianópolis<em>, de Jairo Roberto de Sousa</em>.</p>
<p><em>Texto: Felipe Silva</em></p>
<p><em>Fotos: Felipe Silva / Vera Pacheco</em></p>
<p>Produção: Felipe Matos</p>
<p><em>Entrevistadores: Adir José, Felipe Borges, Felipe Matos, Felipe Silva e Rafael Eleutério</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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